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Brasil: Riquezas e Belezas – Feira de Cultura Celebra a Identidade Nacional na Escola Infantil Casulo das Borboletas

Foto do escritor: ASCL - Jardim das Borboletas
ASCL - Jardim das Borboletas
há 3 dias
8 min de leitura

Atualizado: há 13 horas

Pela Equipe de Comunicação e Divulgação da ASCL - Jardim das Borboletas


A Escola Infantil Casulo das Borboletas, mantida pela ONG Ação Social Caravana de Luz (ASCL) – Jardim das Borboletas, realizou uma jornada inesquecível de exaltação à identidade nacional com a sua Feira de Cultura, que este ano trouxe o tema "Brasil: Riquezas e Belezas". O evento proporcionou uma experiência profunda de aproximação, apreciação e valorização da cultura brasileira, envolvendo famílias, educadores e a comunidade em uma atmosfera onde a diversidade artística, musical, histórica e natural do país ganhou vida em cada detalhe.


Cenografia Externa: Fauna, Flora e Ancestralidade Indígena


Quem visitou a Feira de Cultura do Casulo das Borboletas foi acolhido por uma deslumbrante decoração externa, inteiramente dedicada a homenagear a exuberância da biodiversidade brasileira.


Arte digital com fundo texturizado em tons de verde e amarelo, decorada com folhas verdes caindo. No topo, há uma faixa amarela com o endereço do site www.jardimdasborboletas.org.br. Duas fotos retangulares mostram a decoração externa da feira de cultura: a foto da esquerda destaca esculturas artesanais de papelão representando um tamanduá-bandeira e uma onça-pintada amarela com manchas pretas em meio a plantas; a foto da direita mostra réplicas de árvores decoradas com fitas amarelas e pretas e detalhes em azul. Na parte inferior, sobre um fundo verde texturizado, está escrito o texto em letras brancas: "A Natureza dá as Boas-Vindas à Feira de Cultura 'Brasil: Riquezas e Belezas!'".
Ouça a Playlist "Brasil Biodiverso": um manifesto sonoro que celebra nossa fauna única, flora exuberante, arte, cultura e história. Conecte-se com sua essência: clique na imagem!

No espaço, os visitantes vivenciaram uma emocionante imersão na herança dos povos originários por meio de uma sensível releitura das árvores inspirada na obra 'O Livro das Árvores' — produzido coletivamente pela Organização Geral dos Professores Ticuna Bilíngues em 1998 e vencedor do Prêmio Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.


A representação artística baseou-se nos traços fortes e na profunda reverência que a tribo indígena Ticuna possui pela Floresta Amazônica. Através dessa estética, a escola trouxe para o cenário a conexão ancestral entre os seres humanos e a natureza, encantando e expandindo o olhar dos visitantes.


Uma imersão na herança dos povos originários e na nossa biodiversidade, onde a arte das onças e a sensível releitura das árvores baseada na obra dos Professores Ticuna Bilíngues transformaram a entrada da escola em um convite à valorização cultural e ao respeito à natureza!
Você sabia que os Ticuna são o povo indígena mais numeroso da Amazônia brasileira e possuem uma língua única no mundo?

Assim, o público pôde conferir de perto as árvores confeccionadas no Ateliê de Artes pelos alunos do 1º e 2º Períodos, sob a orientação da educadora Luiza Nobel. Artista visual, atelierista e pesquisadora com mestrado concluído e doutorado em academia (UFMG), Luiza possui sólida trajetória em arte-educação com atuação no MMGerdau e relevância no cenário artístico, tendo exposto na Casa Fiat de Cultura e no Memorial Vale.


A partir desse cenário de boas-vindas, todos foram convidados a percorrer três ambientes temáticos e imersivos.


Um Mergulho nas Cores e Formas de Tarsila do Amaral


O primeiro ambiente prestou uma calorosa homenagem à arte brasileira, elegendo como referência estética o repertório vibrante de Tarsila do Amaral. Ali, o público prestigiou uma exposição com releituras e produções originais desenvolvidas pelos alunos do 1º e 2º Períodos. Os trabalhos foram o resultado de vivências práticas ocorridas no Ateliê de Artes da Escola, sob a cuidadosa orientação da educadora Luiza Nobel.


Imagem horizontal com fundo verde-escuro texturizado e pequenas folhas nas bordas superiores. No topo centralizado, uma faixa amarela exibe o site "www.jardimdasborboletas.org.br". O centro apresenta um mosaico de imagens coloridas celebrando a arte de Tarsila do Amaral e o protagonismo dos alunos da Escola Infantil Casulo das Borboletas na Feira de Cultura 2026.
Na metade superior do mosaico, quatro telas pintadas são exibidas lado a lado: a primeira mostra uma paisagem tropical com casas distantes, palmeiras e um felino deitado sob uma grande árvore amarela; a segunda retrata a célebre obra "A Lua" em tons de azul e verde; a terceira exibe "O Vendedor de Frutas", com um homem em um barco segurando um cesto repleto de abacaxi e laranjas; e a quarta mostra cactos estilizados com uma flor rosa no topo.
Na parte inferior esquerda, uma fotografia em ambiente interno registra a Oficina de Experimentação Cromática, uma vivência estética completa na qual as crianças criam uma obra coletiva inspirada nas telas de Tarsila do Amaral. Com o auxílio de um retroprojetor, os pequenos artistas testam misturas e combinações, descobrindo de forma prática e lúdica como a projeção da luz altera os pigmentos. Ao lado, educadoras e mães acompanham atentamente as pinceladas e intervenções dos alunos, que transformam o resultado final da obra em tempo real.
Na parte inferior direita, uma parede branca exibe os resultados da oficina, com os desenhos infantis cheios de vida pendurados e organizados logo abaixo de um varal decorativo feito com folhas de papel recortadas em tons de verde.
Você sabia que as cores vivas e vibrantes nas obras de Tarsila do Amaral nasceram de suas lembranças de infância e foram reacendidas por suas viagens pelo Brasil?

Mais do que contemplar, as crianças passaram por uma experiência estética completa por meio de uma oficina baseada na experimentação das cores. Utilizando um retroprojetor para criar uma obra coletiva a partir de telas de Tarsila, os pequenos observaram, compararam e testaram diferentes combinações cromáticas, percebendo como a luz altera os pigmentos. Com isso, os alunos compreenderam de forma prática e lúdica a composição artística, refletindo sobre como as suas próprias intervenções e pinceladas interferiam no resultado final da obra.


Sala "Brasil que Escuta!": Acordes que Contam Histórias


A viagem cultural seguiu em direção à sala "Brasil que Escuta!", um espaço dedicado à memória de grandes pilares da nossa música e com forte reverência a compositores mineiros e figuras históricas: Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes e Chiquinha Gonzaga. Em uma proposta acolhedora, os visitantes sentaram-se em roda para uma introdução mediada pela educadora Letícia e pela monitora Alana, do 2º Período, seguida de uma sessão de apreciação musical que envolveu todos os presentes.


O público se encantou ao ouvir "O Trenzinho do Caipira" (dê um play na playlist "Coração Verde e Amarelo: Villa-Lobos"), parte das Bachianas Brasileiras nº 2 de Heitor Villa-Lobos, cuja genialidade consistiu em traduzir os sons do cotidiano, as danças e os ritmos populares em partituras eruditas.


Arte digital sobre fundo verde e amarelo com elementos musicais. No canto inferior esquerdo, destaca-se uma ilustração em preto e branco com o perfil do maestro Heitor Villa-Lobos segurando uma batuta de regência, cercado por linhas flutuantes de partituras e notas musicais. No centro esquerdo, lê-se em letras amarelas a frase: "Ali, ecoaram a genialidade de Heitor Villa-Lobos.". No canto superior direito, há uma fotografia que registra a sessão de apreciação musical na sala "Brasil que Escuta!": Acordes que Contam Histórias, mostrando pais e educadoras sentados em roda participando de uma atividade acolhedora de apreciação e valorização da música brasileira. No topo da colagem, uma faixa amarela destaca o endereço do site www.jardimdasborboletas.org.br.
Você sabia que em "O Trenzinho do Caipira", Heitor Villa-Lobos usou os instrumentos da orquestra de forma genial para imitar o som real de uma antiga locomotiva cruzando o interior do Brasil? Clique na imagem e dê o play na playlist "Coração Verde e Amarelo: Villa-Lobos".

Em seguida, os presentes recordaram a imponente abertura de "O Guarani" (Ouça em nossa playlist: "A Voz do Brasil por Carlos Gomes"), obra-prima de Carlos Gomes inspirada no romance homônimo de José de Alencar e eternizada na rádio nacional pela abertura do programa A Voz do Brasil.


A sensibilidade feminina e a vanguarda do choro também ganharam os holofotes com a execução de "Corta Jaca", de Chiquinha Gonzaga (ouça agora a playlist "A Maestrina Pioneira: Chiquinha Gonzaga"). Pioneira como maestrina e musicista, ela abriu caminhos na música popular, sendo também a mente brilhante por trás de "Ó Abre Alas" — composição histórica que despontou como a primeira marcha carnavalesca da história, consolidando-se como um marco eterno na identidade festiva do país.


Arte digital sobre fundo verde e amarelo com elementos musicais. No canto inferior esquerdo, destaca-se um retrato histórico em preto e branco da compositora Chiquinha Gonzaga. No canto inferior direito, há a imagem de uma partitura musical antiga e amarelada com notas escritas à mão. No centro superior, lê-se em letras amarelas a frase: "Você sabia? Chiquinha Gonzaga foi pioneira na música brasileira, abrindo caminhos para as mulheres como compositora, pianista e regente.". Ao fundo, linhas de partituras e folhas verdes flutuam pelo cenário, e uma faixa amarela no topo destaca o endereço do site www.jardimdasborboletas.org.br.
Você sabia que além de criar a primeira marcha carnavalesca da história, Chiquinha Gonzaga foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil? Clique na imagem e embarque no ritmo da playlist 'A Maestrina Pioneira: Chiquinha Gonzaga'!

Tradição Moldada em Barro e Pedra Sabão


Na Sala do Artesanato Mineiro, a feira conectou os visitantes com as raízes ancestrais das técnicas manuais do estado. O espaço abrigou múltiplas exposições simultâneas que celebraram o artesanato em barro do Vale do Jequitinhonha, legitimado como Patrimônio Cultural de Minas Gerais, com um destaque comovente às delicadas cerâmicas de Dona Isabel.


A genialidade barroca e a identidade mineira também foram relembradas através das esculturas em pedra-sabão inspiradas pelo legado de Aleijadinho. O mestre, cujo nome de batismo era Antônio Francisco Lisboa, ganhou o célebre apelido devido a uma doença degenerativa que comprometeu progressivamente o movimento de suas mãos. Mesmo com as ferramentas amarradas aos punhos por seus ajudantes, ele esculpiu a história de Minas Gerais na rocha, transformando sua limitação física em um dos maiores testemunhos de resiliência e genialidade artística do mundo.


Imagem horizontal com fundo verde-escuro texturizado e pequenas folhas nas bordas superiores. No topo centralizado, uma faixa amarela exibe o site "www.jardimdasborboletas.org.br". No centro da composição, duas fotografias retangulares estão dispostas lado a lado.
A foto da esquerda exibe a Sala do Artesanato Mineiro instalada na Feira de Cultura do Casulo das Borboletas - Escola Infantil, sob o tema geral "Brasil - Riquezas e Belezas". Sobre uma mesa de tampo branco, estão organizadas várias miniaturas esculpidas em pedra-sabão que replicam "Os Profetas", a célebre obra de Mestre Aleijadinho cujo conjunto original em Congonhas (MG) é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade.
A foto da direita mostra pais e alunos reunidos no mesmo espaço da feira cultural. O grupo de adultos e crianças aparece em pé, assistindo atentamente a um vídeo transmitido em uma televisão fixada na parede, que narra a história de vida, as obras e o valioso legado artístico deixado por Mestre Aleijadinho.
Na parte inferior da imagem, fora das fotos, lê-se a legenda em letras brancas e amarelas: "As obras-primas de Mestre Aleijadinho, símbolos do esplendor do Barroco e do Rococó."
Mesmo perdendo o movimento das mãos por uma doença degenerativa, Aleijadinho esculpiu em pedra-sabão e madeira suas obras mais famosas, como os Profetas de Congonhas.

Ainda, o espaço valorizou as criações expressivas do renomado artesão Maurino de Araújo, artista nascido em Minas Gerais que se destacou nacional e internacionalmente por suas esculturas em madeira de forte temática religiosa e traços únicos, enriquecendo ainda mais a experiência dos visitantes na feira cultural.


O Sabor da Hospitalidade e a Riqueza da Nossa Gente


O refeitório da escola transformou-se em um charmoso Cantinho do Café, planejado para materializar a famosa hospitalidade mineira.


Fotos do cantinho do Café, mostrando uma mesa temática coberta com uma toalha de chita amarela com estampas florais vibrantes — um tecido tradicional que é símbolo da identidade cultural e da alegria brasileira. A mesa exibe o legítimo queijo minas — símbolo da região —, o tradicional doce de leite com queijo e pães de queijo servidos ao lado de diferentes tipos de café. Há xícaras de ágata organizadas na mesa. No centro, destacam-se delicadas miniaturas com casinhas e a igreja que representam a cidade histórica de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais. O fundo do card é verde com detalhes em amarelo e folhas flutuantes. Na parte superior, destaca-se o endereço eletrônico www.jardimdasborboletas.org.br.
A gastronomia mineira é uma das culinárias mais ricas, afetivas e tradicionais do Brasil, intimamente ligada à história do estado e à famosa hospitalidade de seu povo

Na mesa principal, os visitantes saborearam o legítimo queijo mineiro — reconhecido internacionalmente —, o tradicional doce de leite, o indispensável pão de queijo, a deliciosa broa de fubá e o café coado na hora.


Como elemento cenográfico central, a mesa exibiu delicadas miniaturas da cidade histórica de Mariana.


Fotos do cantinho do Café, com foco centralizado nas delicadas miniaturas da cidade histórica de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais. Em uma mesa decorada, destacam-se as pequenas igrejinhas e casarios coloniais que foram confeccionados artesanalmente com materiais recicláveis exclusivamente pela educadora Carla Stefany e pela monitora Marta Guerhrdt, do Maternal 2. A obra artística une sustentabilidade e preservação da memória cultural. O fundo do card visual é verde com detalhes em amarelo e exibe o endereço eletrônico www.jardimdasborboletas.org.br.
 Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais e a primeira cidade projetada de todo o estado.

As peças foram confeccionadas pelas mãos da educadora Carla Stefany e da monitora Marta Guerhrdt, do Maternal 2. Utilizando materiais recicláveis como caixas de ovos, isopor, papelão e tinta, elas ergueram igrejinhas e casarios que transportaram os visitantes à primeira capital de Minas Gerais, evidenciando o valor da sustentabilidade combinada à preservação da memória.


Emoldurando o ambiente, erguiam-se as réplicas de três janelas do Brasil colonial. Elementos marcantes da paisagem de tantas cidades históricas, aquelas grandes janelas trouxeram consigo uma forte carga poética: simbolizavam o portal por onde, há séculos, a nossa gente se debruça para ver as belezas e riquezas do país.


Arte com fundo verde na metade superior e amarelo na metade inferior. No centro, há uma foto das monitoras da Escola Infantil Casulo das Borboletas sorrindo, posando como se estivessem debruçadas nas janelas. Elas estão posicionadas em frente a uma mesa com bancos vermelhos, emoldurando o ambiente com réplicas de grandes janelas do Brasil colonial. Essas janelas em tom azul royal, com grades quadriculadas e design clássico, aparecem abertas ao fundo, trazendo uma carga poética que simboliza o portal da nossa história. À esquerda da arte, lê-se o texto em letras brancas: "Nas janelas do Brasil, moram histórias, sonhos e esperanças que revelam a beleza da nossa cultura e a alegria contagiante de ser brasileiro!". No topo, há uma faixa verde em formato de pincelada com o site www.jardimdasborboletas.org.br e, na lateral direita, rostos estilizados em tons de amarelo completam o design.
Histórias e sorrisos nas janelas do Brasil Colonial com as nossas monitoras do Casulo das Borboletas: Rita (Maternal 1 B) à esquerda, Alana (2º Período) ao centro, e Rayane (Maternal 1 A) à direita.

Assim, todo o refeitório exalou identidade nacional. Um lindo varal decorativo exibiu fotos e cartões-postais das cidades históricas de Minas Gerais, dividindo espaço com outro detalhe ainda mais especial: o varal de fotos de "Nossa Gente".


Arte com fundo verde na metade superior e amarelo na metade inferior da Feira de Cultura do Casulo das Borboletas - Brasil Riquezas belezas. No centro, há uma foto de um lindo varal decorativo montado no refeitório, que exala identidade nacional. O varal exibe desenhos coloridos feitos pelos alunos da Escola Infantil Casulo das Borboletas em papel amarelo, fotos em preto e branco e uma placa central com a frase impressa: “A maior riqueza do Brasil tem rosto e coração!”. Abaixo da frase, lê-se discretamente o tema da Feira de Cultura 2026: "BRASIL, RIQUEZAS E BELEZAS". Esse varal de fotos de "Nossa Gente" retrata alunos do Maternal 3, 1º e 2º Períodos, educadoras, monitoras, coordenação pedagógica, diretoria, além das equipes de cozinha, administração e a assessora de comunicação da ONG ASCL – Jardim das Borboletas, resgatando um sentimento de pertencimento absoluto ao lembrar que a verdadeira e maior riqueza do Brasil são as pessoas. No topo da arte, há uma faixa verde em formato de pincelada com o site www.jardimdasborboletas.org.br e, nas laterais, folhas flutuantes e detalhes estilizados em amarelo completam o design.
O varal de fotos de "Nossa Gente" resgata o sentimento de pertencimento ao celebrar que a maior riqueza do Brasil tem rosto e pulsa no coração de cada pessoa.

Nele, estavam retratados os alunos do Maternal 3, 1º e 2º Períodos, educadoras, monitoras, a coordenação pedagógica, a diretoria da escola, além das equipes de cozinha, administração e a assessora de comunicação da ONG ASCL – Jardim das Borboletas. O varal resgatou o sentimento de pertencimento absoluto, lembrando a todos que a verdadeira e maior riqueza do Brasil são as pessoas, repletas de sonhos, belezas e trajetórias únicas.


Entre as imagens de rostos sorridentes, destacaram-se frases poderosas que emocionaram o público presente:


  • “A maior riqueza do Brasil tem rosto e coração!”

  • “Onde há gente, há sonhos. Onde há sonhos, há futuro!”

  • “O Brasil que queremos começa na pessoa que somos.”

  • “Plante hoje a semente do bem no coração de uma criança e terá, amanhã, um Brasil melhor.”


Celebração no Pátio: O Futuro em Movimento


O encerramento da feira levou o público ao pátio da instituição para uma sequência de apresentações emocionantes protagonizadas pelos alunos. Antes do início das coreografias, o 2º Período conduziu um solene ato cívico com a execução do Hino Nacional Brasileiro. Logo após, os alunos declamaram com orgulho os versos clássicos do poema "Canção do Exílio", de Gonçalves Dias.


Arte com fundo verde da Feira de Cultura Brasil: Riquezas e Belezas. Na parte superior, lê-se em letras brancas a frase em destaque: "Com orgulho, os alunos declamaram a “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias, celebrando o amor pelo Brasil!", com as últimas palavras em amarelo. No topo, há uma faixa em formato de pincelada com o site www.jardimdasborboletas.org.br. No canto inferior esquerdo, há uma foto retangular registrando o momento emocionante em que os alunos do 2º Período do Casulo das Borboletas declamaram e encenaram o poema com gestos significativos. Na imagem, as crianças aparecem concentradas e com os braços erguidos em direção ao céu no pátio da Escola Infantil Casulo das Borboletas, vestindo blusas amarelas e verdes em frente a uma educadora de costas que conduz a apresentação. No canto inferior direito, destaca-se a imagem em alta definição de um tucano pousado em um galho, com bico alaranjado vibrante. Folhas verdes flutuantes e texturas rasgadas de papel nas cores amarela e branca completam a composição visual da arte.
Você sabia que o trecho "Nossos bosques têm mais vida / Nossa vida... mais amores" do Hino Nacional foi retirado da "Canção do Exílio"? O famoso poema foi escrito em 1843 por Gonçalves Dias, na época em que ele estudava em Portugal e sentia profunda saudade do Brasil.

Dando sequência, a mesma turma encantou a todos ao dançar a emblemática música "Aquarela do Brasil", clássico de Ary Barroso na interpretação de Gal Costa. Ao final da canção, em um gesto de profundo respeito, civismo e orgulho, as crianças abriram a bandeira do Brasil sob os aplausos calorosos da plateia.


Em seguida, os alunos do 1º Período dançaram ao som de "Ciranda dos Bichos", do grupo Palavra Cantada. Com coreografias que imitavam os movimentos da fauna, as crianças ilustraram com alegria o fato de o Brasil abrigar a maior biodiversidade animal do planeta. Para fechar com chave de ouro, a turma do Maternal 3, dançou a música "Pomar", também da dupla Sandra Peres e Paulo Tatit, celebrando de forma colorida a imensa variedade de frutas nativas e reforçando o privilégio ecológico da nossa terra.


Compromisso com o Amanhã


A Feira de Cultura “Brasil: Riquezas e Belezas” cumpriu com excelência seu papel pedagógico e social, promovendo o conhecimento, a valorização da diversidade cultural e o orgulho de nossas raízes. A realização de mais uma belíssima feira foi marcada pela criatividade, pelo aprendizado e pelo compromisso com uma educação que valoriza a riqueza cultural do nosso Brasil.


Arte com fundo verde da Feira de Cultura 2026: Brasil, Riquezas e Belezas. À direita, lê-se em letras amarelas a mensagem de agradecimento: "Parabéns à equipe do Casulo das Borboletas pela Feira de Cultura maravilhosa!". No canto inferior direito, destacam-se duas araras-vermelhas com plumagem vibrante em tons de vermelho, azul e amarelo. À esquerda, há uma foto retangular da equipe da Escola Infantil Casulo das Borboletas reunida e sorridente no refeitório decorado da instituição. O grupo de educadoras, monitoras e colaboradores posa junto, alguns de pé e outros agachados no chão, sob o varal decorativo de fotos do projeto "Nossa Gente". No topo da arte, há uma faixa em formato de pincelada amarela com o endereço eletrônico www.jardimdasborboletas.org.br, e folhas verdes flutuantes emolduram as laterais da imagem.
A diretoria da ONG ASCL - Jardim das Borboletas parabeniza a equipe do Casulo pelo sucesso da Feira de Cultura 2026, reafirmando nosso compromisso com uma educação transformadora.

Desta forma, a Diretoria Executiva da ONG Ação Social Caravana de Luz (ASCL) – Jardim das Borboletas reforça que o evento da Escola Infantil Casulo das Borboletas materializa o compromisso contínuo da instituição em semear o respeito pelas nossas origens na infância. Valorizar a história, proteger a fauna e a flora, salvaguardar a cultura e, acima de tudo, honrar o povo brasileiro é a base para construir o país que tanto sonhamos.


Confira o registro completo da nossa Feira de Cultura “Brasil: Riquezas e Belezas” abaixo:






Créditos das fotos e vídeo: Equipe de Divulgação e Marketing da ASCL – Jardim das Borboletas. COPYRIGHT 2026. Todos os direitos reservados à Ação Social Caravana de Luz (ASCL) – Jardim das Borboletas.





 
 
 

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